A nova onda de Pedro Scooby – GQ

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Hoodie Diamond preço sob consulta | Calça Cacete Company preço sob consulta | Relógio HStern R$ 4.140 | Pulseira Sal, Água e Alma R$ 298 (Foto: Franco Amendola)

Foi um mês que pareceu um ano. Assim Pedro Scooby descreveu a vida desde a publicação da edição mais recente da GQ Brasil. Na primeira matéria, feita no último mês de agosto, o free surfer brasileiro revelou a buena onda entre idas e vindas da Europa, com família saudável e o relacionamento com a cantora Anitta. “A melhor fase da minha vida”, admitiu na ocasião.

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Corta para setembro. Revista nas bancas e ondas gigantes – mas dessa vez fora d’água: terminado o namoro, Pedro se viu quase diariamente entre manchetes e fofocas: Pedro Scooby é visto com nova namorada e Pedro Scooby briga com cantora, para ficar nas mais brandas. Nada que o incomode: “eu não tenho essa maldade dos boatos, então dou risada de tudo”, garante nessa nova entrevista.


Paletó R$ 1.890 e calça R$ 780 CLXTO | Escapulário R$ 298 e pulseira R$ 496 Sal, Água e Alma | Relógio HStern R$ 4.140 (Foto: Franco Amendola)

Pedro retorna agora de uma temporada de viagens que incluiu Rio, São Paulo e Fernando de Noronha. Terminou em Nova York, de onde atendeu nossa equipe. A caminho do aeroporto, de volta para o Brasil, afirmou que a exposição não é seu mundo (“meu mundo é o surfe”), que não fecha portas para os relacionamentos do passado e declarou que torce pela felicidade das ex – especialmente de Luana Piovani, mãe de seus três filhos. De quebra, ainda disse estar solteiro e abriu a agenda para os próximos meses. Quem se interessar pode comprar o ingresso para o Rock in Rio nesse fim de semana: é de lá que Pedro parte para surfar suas novas ondas.

GQ Brasil: Nesse último mês você foi capa da GQ, voltou da Europa, foi para Noronha, passou pelo Rio, por São Paulo e agora tá em Nova York. Qual o próximo destino?
Pedro Scooby:
Eu tô voltando agora para o Brasil, para o Rock in Rio. Vou estar por lá com minha marca de acessórios, a Sal, Água e Alma, e mais outros patrocinadores. Depois vou para a Espanha, para o Texas, para Los Angeles e para Portugal. No meio de tudo isso, me preparo para a temporada e devo trabalhar no meu canal do YouTube também.

GQ Brasil: O último mês também te levou às manchetes quase diariamente. Como você percebe esse assédio, ele está maior ou menor?
Pedro Scooby:
Acho que tá igual. Não que me importe. Esse lance da fama nunca foi algo que eu busquei, as coisas foram acontecendo para mim, o que eu não gosto é de mentira. Aí quando contam mentira sobre mim eu respondo, falo no Instagram, mando a real. Mas não é meu mundo. Meu mundo é onda gigante, meu mundo é a água, meu mundo é o surfe.


Hoodie Dolce & Gabbana R$ 3.900 | Pulseira Sal, Água e Alma R$ 496 | Relógio HStern R$ 4.140 | Anel Acervo (Foto: Franco Amendola)

GQ Brasil: Algum boato te deixou particularmente chateado ou assustado? Qual?
Pedro Scooby:
Não me chateia porque são boatos, né?! Então eu levo na brincadeira. A minha vida continua. Acho que as pessoas não entendem que minha vida acontece fora da manchete, fora até do Brasil. As ondas gigantes não estão no Brasil. O Brasil é onde tá meu coração, eu amo o meu Rio de Janeiro, mas só volto para resolver as coisas fora d’água. A minha onda mesmo tá fora daí, tá em Portugal com meus filhos, tá nas ondas. E eu não tenho essa maldade dos boatos, então dou risada de tudo, tento levar na brincadeira, mesmo.

GQ Brasil: Boatos assim interferem no seu patrocínio?
Pedro Scooby:
Em geral, não interferem. Tem uma questão de data, que às vezes muda por conta de um boato. Quando uma marca vai lançar uma campanha comigo e estoura algo, por exemplo, muda a data da campanha. Ia publicar hoje? Publica semana que vem. Mas fica só nisso, porque é o que a palavra diz, né, é um boato, uma fofoca, não tem verdade ali.  Tem uma frase que diz “As pessoas perdem a saúde trabalhando para juntar dinheiro e no final perdem todo o dinheiro para recuperar a saúde”. Vivem como se nunca fossem morrer. Eu não, eu não sei quando vou morrer, então eu vivo intensamente mesmo.

GQ Brasil: Eu contei aqui e foram muitos os rumores de novos relacionamentos. Quando você chega a esse nível de exposição, é difícil entrar em um novo namoro, por exemplo?
Pedro Scooby:
Acho que não, porque quando eu conheço uma pessoa, o que vale é a minha índole e o meu coração. E quem me conhece sabe que eu sou um cara de um coração bom, uma boa índole. Quando eu conheço alguém, tento mostrar quem eu sou e a pessoa vê se quer ou não. Mas se ela me enxerga além desses boatos, vai ver um mim um cara tranquilo, trabalhador e muito feliz.

GQ Brasil: Parece que faz uma era desde que a sua capa na GQ Brasil foi publicada, mas na verdade faz menos de um mês. Como você avalia esse mês que passou?
Pedro Scooby:
Aparecer na GQ foi maravilhoso, o ensaio ficou lindo e no Rio de Janeiro que é minha casa, minha cara. Eu não sou modelo. Como disse antes e repito, meu mundo é o surfe. Mas acho que eu fiquei bonitinho e a repercussão foi boa também, todo mundo mandando foto e comentando. Parece que faz muito mais que um mês, foi um mês que pareceu um ano. Quando eu fiz o ensaio eu tava em outra fase da minha vida, de lá para cá mudou muita coisa, eu sou um novo Pedro.

GQ Brasil: Então está tudo resolvido? Com os últimos relacionamentos também é passado no passado?
Pedro Scooby:
Passado no passado. Eu vivo o hoje. Mas eu tenho o coração aberto, sei reconhecer que foi bom enquanto durou e eu só guardo a lembranças boas. E não fecho nenhuma porta, se tem chance de virar uma coisa boa de novo, que volte a ser. Sempre vou torcer por minha ex-mulher [a atriz Luana Piovani], que é mãe dos meus filhos, torcer pelo sucesso, pela felicidade dela, torcer pra que ela encontre um cara incrível, que tenha uma vida incrível. Torço por ela e por todas as minhas ex, na verdade, só desejo coisas boas, toda a felicidade do mundo.


Jaqueta R$ 398, hoodie R$ 298 e calça R$ 248 Ahlma | Tênis Vert R$ 440 | Pulseira Sal, Água e Alma R$ 496 | Relógio HStern R$ 4.140 | Anéis Acervo (Foto: Franco Amendola)

GQ Brasil: O que você tira da experiência dessa exposição toda?
Pedro Scooby:
A lição é: o mundo é muito sujo. E eu nasci com o coração incrível, só quero coisas boas para as pessoas. As pessoas precisam pensar mais no amor, eu sou um cara puro amor. Tenho filhos maravilhosos, cheios de saúde, falo sempre com eles, os vejo sempre que posso. Quando eu tava em Los Angeles eles foram pra lá por 10 dias comigo; passei esses dias em Noronha para cantar parabéns pra eles. Vou para Portugal daqui a pouco ver como eles estão. Tenho uma profissão que eu adoro. Sou um cara feliz, realizado. As pessoas veem isso, às vezes querem se aproveitar disso. Mas elas não veem que eu sou um cara simples, que eu tento aprender até com meus erros. Até quando eu erro, dou mancada, tento tirar uma lição. Tem outra frase que diz: “Metade de mim é amor, a outra metade também”. Esse sou eu, um cara que ama e ama muito. Um cara que é da paz, até com as pessoas que eu já namorei. Não deu certo? Paciência. Conheço outra pessoa. Não era ela? Paciência, bora pra outra.

GQ Brasil: E teve amor nessa viagem para Nova York? Conheceu alguém legal?
Pedro Scooby:
Conheci várias pessoas [risos]. Eu tô sempre conhecendo gente legal, né?! O tempo todo, por onde quer que eu vá. Aqui também – é Nova York, né?! Não tem como não se divertir. [risos].

GQ Brasil: Mas tá solteiro?
Pedro Scooby:
Eu tô solteiro, sim. Continuo solteiro. Mas na verdade prefiro dizer que tô namorando comigo mesmo [risos].

GQ Brasil: Você tatuou recentemente, né?! Qual foi o desenho? Algum significado?
Pedro Scooby:
Eu tatuei sim. Foi uma frase que diz: “Coragem e pulmão garantem diversão. Calma e paciência garantem sobrevivência”.


Chapéu R$ 340 e camisa R$ 760 Perigo | Hoodie Piet R$ 849 (Foto: Franco Amendola)

GQ Brasil: Em seu último post, há uma semana, você diz que está “recarregando as energias para o que vem por aí”. O que vem por aí?
Pedro Scooby:
Agora vem a temporada, né?! Eu tava curtindo em Nova York, mas também tava treinando. Eu preciso estar preparado porque é como disse, eu pratico um esporte de alto risco. Eu posso morrer a qualquer momento no mar. Já cumprimentei amigos entrando na água e vi eles morrerem fazendo o que eu faço. Por isso eu curto com tanta intensidade, mas também tô sempre em busca do melhor condicionamento e do melhor equipamento também. No Havaí, por exemplo, tenho prancha, jet-ski. Em Portugal e na Califórnia também. Então agora é preparação, muito treino e muita concentração, de olho nesses três lugares até março.

GQ Brasil: Então o seu verão é só trabalho?
Pedro Scooby:
É verão no Brasil, né?! Portugal, Califórnia, esses lugares estão no inverno quando eu tô por lá. É claro que se eu tô no Havaí no Réveillon e não tem swell [formação de ondas ininterruptas e bem definidas, as ondas gigantes que Scooby surfa], eu volto para o Brasil, passar o Ano Novo no Rio. Carnaval mesma coisa. Mas não dá para dizer, eu vou onde a onda tá. Nessas já tive de abrir mão de festa, casamento, aniversário de filho… não é sempre, mas é meu trabalho.

GQ Brasil: E, além de você, quem são hoje os brasileiros do free surfers para acompanhar?
Pedro Scooby:
Tem o Lucas Chumbinho, da minha equipe. Moleque bom, da nova geração, surfa pra caramba, já pegamos onda junto. Quando a gente pega essas ondas, às vezes tem que ir até elas de jet-ski, então a gente se reveza, um dirige e o outro surfa, por aí vai. A Maya Gabeira também, claro. Tem bastante gente boa, surfando bem.

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Fonte oficial: GQ

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