Assistente pessoal do banqueiro David Solomon se joga do 33º andar de hotel de Nova York. Aos fatos! – Notas – Glamurama

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O Carlyle Hotel, que fica em Nova York || Créditos: Reprodução

Por anos assistente pessoal do banqueiro David Solomon, que no começo do mês assumiu o comando do Goldman Sachs, Nicolas DeMeyer se jogou do 33º andar do Carlyle Hotel de Nova York na tarde dessa terça-feira. A morte instantânea dele, que caiu em um terraço do 17º andar, foi confirmada por paramédicos. DeMeyer foi preso em junho, acusado de ter roubado vinhos caríssimos do ex-patrão e de vender as preciosidades por mais de US$ 1,2 milhão (R$ 4,5 milhões) para um comerciante da Carolina do Norte, conforme Glamurama contou na época e supostamente para bancar uma viagem pelo mundo.

O crime foi cometido em novembro de 2016, quando DeMeyer passou por vários países – inclusive pelo Brasil, onde ganhou um visto com validade de dez anos – antes de seguir para Roma, na Itália. Denunciado por Solomon às autoridades logo em seguida, ele ficou por tempos na mira do FBI até ser detido quanto tentava deixar os Estados Unidos pelo aeroporto LAX, de Los Angeles. Os federais só não o prenderam antes porque suspeitavam de mais pessoas envolvidas no roubo, possibilidade que eventualmente descartaram.

Solto há algumas semanas, dando como fiança a casa da própria mãe e US$ 200 mil (R$ 749,8 mil) em dinheiro, DeMeyer tinha fechado um acordo com as autoridades e deveria se declarar culpado a um juiz de NY na próxima sexta-feira. Mas ultimamente ele andava depressivo, e chegou a comentar com funcionários do Carlyle que pensava em se matar. Um jovem mensageiro até tentou impedi-lo de dar cabo da ideia momentos antes do salto final. “Ele olhou pra mim e sorriu, se virou e pulou”, o rapaz relatou às autoridades.

Apaixonado por vinhos, Solomon mantinha uma adega com mais de mil garrafas no apartamento onde morava na região do Central Park, em Nova York, e que vendeu há mais de um ano por US$ 21,5 milhões (R$ 80,6 milhões). O principal trabalho de DeMeyer era justamente cuidar do tesouro líquido, que incluía sete garrafas do vinho francês Romanée-Conti avaliadas em US$ 133 mil (R$ 487,4 mil). Em um comunicado à imprensa, o banqueiro disse estar “com o coração partido” em razão da tragédia. “Nicolas foi alguém que fez parte do meu círculo íntimo por muito tempo, e lamento que tenha dado um fim à própria vida”, completou. (Por Anderson Antunes)

Fonte oficial: Glamurama

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