‘Bem basiquinho’, Castello Branco diz que sucesso virtual deve ser embasado pelo real – GQ

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Aos 31, o carioca Castello Branco sabe que, para chegar onde quer, sua música deve ser relevante. E é. Ele lançou o álbum de remixes Castello Dança: Sintoma, em que adiciona colagens eletrônicas a seu som originalmente acústico. Seu show banquinho e violão, no MIS, em São Paulo, foi uma catarse.

Ouça Castello Branco, um dos 30 músicos que você precisa conhecer, na playlist do projeto GQ Vozes.

GQ Brasil – Disco, digital, YouTube ou show?

Castello Branco – Vejo importância em todos.

GQ Brasil – Música que você está ouvindo agora?

Castello BrancoDeus me Proteja, do Chico Cesar.

GQ Brasil – Com quem seria o featuring perfeito?

Castello Branco – Com a Enya.

GQ Brasil – Um look ideal para show seria?

Castello Branco – Sempre bem basiquinho.

GQ Brasil – Sua vida é um Instagram aberto? Comente.

Castello Branco – Bem, se meu Instagram é uma vida aberta? Não. Meu Instagram, na maioria da vezes, é uma vida fechada. Mas tento fazer dele uma vida aberta para que todos possam compartilhar das minhas angústias e necessidades, afinal, creio que seja sobre isso. 

GQ Brasil – Pagaria para tocar nas rádios ou para ter mais seguidores?

Castello Branco – Alguns fatores determinam o que é justo – exige sensibilidade e respeito pelo que você tem. De nada adianta pagar por algo se aquilo que você possui não for relevante.

GQ Brasil – Já escreveu música para conquistar alguém?

Castello Branco – Sim. Não deu muito certo.

GQ Brasil – Um disco clássico?

Castello Branco – Paêbirú, de Lula Côrtes e Zé Ramalho.

GQ Brasil – Uma música para cantar no banho?

Castello BrancoLife, da Des’ree.

GQ Brasil – Qual o verso mais sexy de todos os tempos?

Castello Branco – “Não vá agora / lembra do nosso abraço, beijo, sexo”, da música Entretanto, da Mart’nália.

Fonte oficial: GQ

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