Conheça a chef responsável pela invasão da gastronomia grega em SP – GQ

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Em 2013 a chef Mariana Fonseca abriu as portas do Myk, o primeiro restaurante grego contemporâneo do país. Dois anos depois, inseriu na cena gastronômica da capital paulista o Kouzina, restaurante grego de raiz, dando ainda mais opções a quem adora uma novidade. Premiados e com filas de espera dia sim, dia também, Mariana prepara uma nova arrancada ainda este ano. “Tenho planos para o fim de 2018 e o início de 2019. A novidade mais quente é o Fotiá, ou fogo, a primeira grelha grega do Brasil”, entrega. O restaurante vai lembrar a arquitetura vintage de Mykonos, com o vermelho-coral, antiga cor predominante na ilha. No cardápio, grelhados no carvão, espere por carnes, frutos do mar, vegetais, saladas e drinks para refrescar todas as estações do ano.

Mariana ainda entrega: uma terceira unidade do Kouzina irá abrir as portas no Shopping Cidade Jardim, além de um novo projeto que já está em andamento – o Mediterranee, que será instalado no coração do baixo Jardins, na esquina das ruas Barão de Capanema com Ministro Rocha Azevedo. “Quero transmitir através da experiência gastronômica uma viagem ao mediterrâneo, com suas texturas e sabores, ambientação e detalhes que farão o cliente se sentir entre Grécia, França, Itália”, conta Mariana, que comanda tudo nos mínimos detalhes – e não se abala nem um pouco com a correria do dia a dia. “Sou uma chef à frente dos negócios, faço os pedidos de produtos, escolho e negocio com fornecedores e até bato o martelo com o financeiro. Fico online 24 horas por dia, e quando não estou de corpo presente nos restaurantes acompanho tudo pelas câmeras”, revela.

Somando todos os que estão sob seus comandos, Fonseca conta com 200 funcionários efetivados e 100 em treinamento, números que dão gás e a impulsionam a fazer mais e melhor. “Eu mesma entrevisto cada pessoa que vai trabalhar comigo, olho nos olhos, escuto meu feeling e, a cada nova contratação, uma satisfação maior em poder ajudar, em empregar pessoas que precisam e que, no final, viram família”, explica a chef, acostumada com as altas exigências de seus clientes – muitos deles de passagem pela cidade em busca de novos sabores e experiências. “Uso todas as ferramentas que adquiri ao longo dos anos, desde os primórdios da cozinha da minha avó italiana até a última viagem que fiz. E também junto todo esse aprendizado aos livros: leio um atrás do outro e deixo a minha criatividade reinar.”

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Mariana passou muitos anos na Grécia – e essa vivência a ajudou a desbravar a cozinha mediterrânea. Viajou por mais de 200 ilhas, comeu em todos os lugares possíveis e cozinhou nos mais improváveis, com todo tipo de gente. Além de cozinhar, essa experiência possibilitou que ela estudasse cuidadosamente o cotidiano da vida mediterrânea, sua cultura e seus hábitos, conseguindo entender os pilares dessa gastronomia – diferencial que ela entrega à mesa. “Amo meu país, mas meu coração também é grego. Me divido entre os dois destinos, tenho amigos, parceiros, negócios e sempre tiro férias por lá. Ainda tenho casas em Atenas e em Mykonos”, finaliza ela, que, sem sombra de dúvidas, anda agradando a gregos e troianos.

Fonte oficial: GQ

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