Copa do Mundo de Futebol Feminino: 9 coisas que você precisa saber – GQ

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O ano de 2019 é muito promissor para o mundo do futebol. Além da Copa América, que acontece no Brasil no meio do ano, quase concomitantemente, entre 7 de junho e 7 de julho, teremos a Copa do Mundo de Futebol Feminino. A competição, em sua oitava edição, será disputada e desde já tem tem movimentado o universo futebolístico.

Convenhamos, a Copa América é legal, vai ser bacana ver Messi e Suarez por aqui, mas o Mundial é o maior evento esportivo do ano. No Brasil, a TV Globo já anunciou que transmitirá todos os jogos da seleção brasileira na íntegra e ao vivo – pela primeira vez. 

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Até o mercado parece ter entendido isso. Em um exemplo de equiparidade com o futebol masculino dado nesta semana, a Adidas anunciou que vai pagar o mesmo em bônus para homens e mulheres que ganharem a Copa do Mundo.

Por isso, aqui vão nove fatos sobre a Copa do Mundo de Futebol Feminino que você deve saber para assistir à competição.

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Vai, Brasil

Seleção brasileira em amistoso contra a Austrália, em julho de 2018 (Foto: Foto: Getty Images)

A seleção brasileira está no grupo C, com Jamaica, Itália e Austrália. O esquadrão composto por Marta e companhia estreia na competição no dia 9, contra a seleção jamaicana. Já batemos na trave algumas vezes, podemos não estar no auge, mas nunca duvide de um time que tem a melhor jogadora do mundo.

US and A

Seleção americana antes de partida contra Suécia pelas Olimpíadas do Rio, em 2016 (Foto: Foto: Getty Images)

A seleção com o maior número de títulos é a americana. Muito forte e tradicional na modalidade (mais do que os homens), os Estados Unidos possuem três troféus: 1991, 1999, e 2015. As sobrinhas do Tio Sam nunca ficaram de fora do pódio em nenhuma das edições.

 

Figurinhas carimbadas

Birgit Prinz, Kerstin Stegemann, Kerstin Garefrekes e Simone Laudehr: jogadoras alemãs durante semifinal da Copa do Mundo de Futebol Feminino contra a Noruega; As alemãs terminaram o torneio como campeãs  (Foto: Foto: Getty Images)

 

 

São sete seleções que jogaram todas Copas: Alemanha, Brasil, Japão, Nigéria, Noruega, Suécia e Estados Unidos.

 

No llores por mi

Seleção argentina perfilada antes de partida contra Alemanha pelo Mundial de 2007, na China (Foto: Foto: Getty Images)

 

 

A maior goleada aplicada na competição foi Alemanha 11 x 0 Argentina, em 2007 (que beleza, hein, hermanos). Nessa edição a seleção brasileira chegou à final, mas perdeu justamente para as alemãs por 2 a 0.

 

Marta

Marta, pela seleção brasileira, em amistoso contra a Inglaterra em outubro de 2018 (Foto: Foto: Getty Images)

 

 

Adivinhem quem é a maior artilheira da competição? Claro que é Marta, com 15 tentos assinalados em quatro edições disputadas. Ela está empatada com o Fenômeno Ronaldo e pode (e deve) ultrapassar o artilheiro e fantasma do 7×1 em 2014, Miroslav Klose, dono da marca de maior artilheiro da história das Copas com 16 gols marcados. A maior de todos os tempos só precisa marcar duas vezes para garantir mais um recorde na história do futebol. Ela já tem mais Bolas de Ouro que Messi e Cristiano Ronaldo: são seis.

 

Uniformes insanos

Uniformes da Copa do Mundo de Futebol Feminino (Foto: Divulgação)

 

 

Algumas camisas bonitas foram vistas na Rússia em 2018. Mas muitas camisas animais poderão serv istas na França. Várias seleções já apresentaram seus uniformes e, bom, elas capricharam.

 

Formiga eterna

Formiga em ação pela seleção brasileira em 2003 (Foto: Foto: Getty Images)

 

 

Apenas duas jogadoras disputaram seis vezes a competição: a japonesa Homare Sawa e a brasileira Formiga. Não há nenhum jogador na história do Mundial masculino que tenha atingido tal feito. Um novo recorde será quebrado quando Formiga entrar em campo em mais uma edição. Será sua sétima Copa. Ela disputou a sua primeira com 17 anos, em 1995.

 

Lotado

O lendário estádio Rose Bowl, em Pasadena, nos EUA, durante a final da Copa do Mundo de Futebol Feminino, em 1999 (Foto: Foto: Getty Images)

 

 

90.185 torcedores. Este é o recorde de público da Copa do Mundo de futebol feminino, e foi na edição realizada nos Estados Unidos, em 1999. A ocasião era justamente a final, entre as donas da casa e a seleção italiana. As americanas levaram o título, no lendário estádio Rose Bowl, o mesmo que a seleção masculina brasileira conquistou o tetracampeonato mundial.

 

No relógio

Lena Videkull (no canto superior esquerdo) no dia em que bateu o recorde de gol mais rápido da Copa do Mundo de Futebol Feminino, em 1991 (Foto: Reprodução/Twitter)

 

O gol mais rápido marcado na competição é de Lena Videkull. A sueca conseguiu tal feito com apenas 30 segundos de jogo na edição de 1991.

Fonte oficial: GQ

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