O que você precisa saber sobre Rachel Maia, nova CEO da Lacoste no Brasil – GQ

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A semana começou com mudanças para a marca do crocodilo no Brasil. A paulistana Rachel Maia assumiu na segunda-feira (12) o cargo de diretora executiva da Lacoste brasileira. Uma das poucas CEOs negras no país, Rachel passa a responder por uma marca que possui uma rede de distribuição de 54 butiques, 11 outlets, 6 lojas Duty Free e cerca de 850 multimarcas. Experiente na liderança de empresas de luxo – com passagem pela Pandora e Tiffany – a CEO pega a marca francesa em um momento de maior enfoque global no mercado premium. 

Em outubro, vale lembrar, a Lacoste anunciou a primeira mulher como diretora criativa da marca. Novos ares de fato.

Enfim. Se você não conhecia Rachel Maia, saiba que…

Ela fez parte da chegada da Tiffanny no Brasil

Com 5 anos no cargo de diretora financeira e 2 anos como diretora executiva, nos EUA e Brasil, Rachel esteve envolvida no começo da marca de luxo no país – e por parte do processo de procura que levou a marca eternizada por ‘Bonquinha de Luxo’ a escolher São Paulo como seu primeiro pouso na América Latina em 2001. Foi dela a liderança da marca no Brasil, dois meses depois de sua chegada.

“Tive o desafio de aplicar o conceito de uma joalheria AAA, uma das maiores do mundo, em um mercado em que as pessoas ainda não entendiam o que era a Tiffany”, disse Rachel ao Correio 24 Horas.

Já tem experiência junto com governo e consulados

Rachel Maia fez parte do conselho geral do Consulado Dinamarquês e Câmera Dinamarquesa. Também foi membro de conselhos como o comitê de presidentes na Câmara Americana de Comércio e do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, o “Conselhão”, e é defensora das questões da mulher no mercado de trabalho. Em 2017, foi eleita uma das 40 mulheres mais poderosas do Brasil pela Forbes.

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E é ativa em filantropia e na questão da discriminação

Rachel também dedica seu tempo ao trabalho assistencial: já trabalhou por 8 anos como voluntária de famílias carentes da periferia para Sociedade dos Vicentinos, em São Paulo e se dedicou por 23 anos aos jovens de comunidades carentes. É Fundadora do Projeto CAPACITA-ME que leva educação e empregabilidade a pessoas na linha de vulnerabilidade social.

Ativa em questões de representatividade, Rachel fala em entrevista para a Veja: “Existe uma dor sim, mas nós não podemos esquecer que essa dor tem uma razão. Existiu uma escravidão, acabou há 130 anos. Historicamente, é pouco tempo. Sou a diferença. Não apenas por representar a diversidade. Mas de trazer sucesso para empresas e também ser parte da diversidade”.

Fonte oficial: GQ

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