Paul Allen doou, em testamento, um time de futebol americano avaliado em quase R$ 10 bi para a caridade – Notas – Glamurama

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Paul Allen || Créditos: Getty Images

O testamento de Paul Allen ainda está em fase de ser executado, e portanto os maiores detalhes do documento não são conhecidos. Mas já se sabe que um dos bens mais valiosos do bilionário morto no mês passado depois de décadas de luta contra um linfoma não-Hodgkin será inteiramente doado para a caridade por exigência dele: trata-se do time de futebol americano Seattle Seahwaks, vencedor do Super Bowl de 2014, que Allen comprou em 1998 por US$ 194 milhões (R$ 733,7 milhões) e hoje vale US$ 2,6 bilhões (R$ 9,8 bilhões).

Isso se deve a uma exigência da NFL (que regula o esporte nos Estados Unidos) segundo a qual todas as equipes precisam apresentar planos de sucessão no caso da morte de seus proprietários. Allen, que nunca foi casado ou teve filhos, já havia informado a entidade anos atrás que pretendia doar o Seahawks para sua fundação filantrópica, a Paul G. Allen Philanthropies, quando partisse dessa para uma melhor.

Pelos planos dele, a fundação pode tanto assumir a administração do time quanto vendê-lo, mas em ambos os casos todo o lucro deve ser revertido para iniciativas ligadas às mudanças climáticas e outros temas importantes, como a pesquisa pela cura de doenças graves, a preservação da biodiversidade do planeta e o auxílio imediato a moradores de rua. O mais provável é que o Seahawks seja vendido para este fim, algo inédito nos EUA.

Cofundador da Microsoft junto com Bill Gates, Allen deixou uma fortuna de mais de US$ 20 bilhões (R$ 75,6 bilhões), que será inteiramente transferida para a Paul G. Allen Philanthropies. Ele também era dono do time de basquete Portland Trailblazers, pelo qual pagou US$ 94 milhões (R$ 355,5 milhões) em 1998 – seu valor de mercado agora é de US$ 1,3 bilhão (R$ 4,9 bilhões). A equipe vencedora da NBA (a liga de basquetebol dos EUA) provavelmente terá o mesmo destino no Seahawks quando o testamento dele for finalizado. (Por Anderson Antunes)

Fonte oficial: Glamurama

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