Temporada de moda britânica se respalda em novos talentos – GQ

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Sem seus principais nomes na programação, como Craig Green (que nessa temporada estará como designer convidado na Pitti Uomo), JW Anderson e Burberry, a semana de moda londrina tem buscado novas alternativas para se manter firme no mercado.

A-Cold-Wall* (Foto: Divulgação)

Começando com a principal aposta, A-Cold-Wall*, assistida da primeira fila pelo principal nome da realeza da moda atual, Virgil Abloh. A apresentação foi além de um desfile comum, com vibe de protesto inundando a passarela com seres cobertos de cimento que cercaram os modelos, fazendo referência ao brutalismo e à desigualdade social.

Charles Jeffrey também sentiu a pressão dos olhares em sua nova coleção para a Loverboy. Por ter sido duas vezes finalista do prêmio LVMH e vencedor do prêmio Emerging Talent Menswear na premiação The Fashion Awards, no último dezembro, o estilista tem sido um dos nomes mais quentes da temporada. Sua estética queer e vanguarda é uma ode à exuberância em um momento em que marcas de moda casuais e unissex dominam cada vez mais o cenário da moda.

Daniel W. Fletcher (Foto: Divulgação)

Sobre tendências, a pegada urbana e utilitária continuou sendo a principal fonte de inspiração para o verão 2019. Qamisi, Daniel W. Fletcher e Berthold se jogaram (cada a sua maneira) em jaquetas e coletes funcionais sem deixar a elegância de lado. Enquanto isso, a Martine Rose usou um beco sem saída em Camden, no norte de Londres, para uma celebração épica da cidade e do streetwear.

Martine Rose (Foto: Divulgação)

Apesar da moda londrina não ser tão dinâmica e não se comunicar com um público maior, como as suas vizinhas europeias fazem, o lado bom é a descoberta de novos talentos. 

Fonte oficial: GQ

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