Um relógio para a vida toda ou uma coleção, o que vale mais a pena? – GQ

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Na 29ª edição do Salão Internacional de Alta Relojoaria (Salon International de Haute Horlogerie – SIHH), em Genebra, a GQ conversou com o diretor de patrimônio e peças raras da Jaeger-LeCoultre, Stephane Belmont. Há mais de 20 anos na empresa, Stephane, que cresceu em uma família tradicional de relojoeiros, diz que “uma pessoa só precisa ter um relógio, se esse for o modelo certo para ela”.

Mas o especialista também dá algumas dicas para quem quer ter vários. “Há três maneiras de se colecionar relógios: uma delas é focar em uma coleção específica e comprar suas diferentes linhas; a segunda é ter um produto de cada coleção; e a terceira é pegar as peças mais icônicas de cada marca para ter o melhor relógio que cada uma pode oferecer”.

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Stephane Belmont, diretor de patrimônio e peças raras da Jaeger-LeCoultre (Foto: Divulgação)

E se precisasse escolher um só da marca? “Com certeza ficaria com o Reverso Tribute Moon, que lançamos há três anos”, revela. “Além de ser inspirado nos anos 30, ele possui o conceito Duoface, em que seu movimento único rege dois mostradores, que exibem dois fuso horários”. O produto ainda mostra o calendário conectado com a astronomia e a origem do tempo. “É o relógio perfeito para quem é apaixonado pela arte da relojoaria mecânica”, explica.

Stephane acredita que a forma de se reinventar é através da herança da marca. “Nossa estratégia é nos mantermos verdadeiros a quem somos, a nossos valores e à forma como trabalhamos”, diz. “Temos coleções que foram criados em 1992, como a Master, que evoluiu em tamanho, cor e função, mas ainda é o mesmo conceito. Nossos clientes, não importa qual sua geração, procuram relógios clássicos com forte visual e é esse o nosso foco”, completa.

Fonte oficial: GQ

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