“Uma obra de arte é alterada por todas as pessoas que a veem”, diz Alejandro González Iñárritu – GQ

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Alejandro González Iñárritu se define como “diretor de alguns filmes”. Mas são dele duas obras seminais do cinema contemporâneo – Birdman, de 2015, e O Regresso, de 2016 – longas que deram a ele Oscars consecutivos como melhor diretor. Ele acaba de ser anunciado como presidente do júri do Festival de Cannes deste ano – que acontece de 14 a 25 de maio – é o primeiro realizador mexicano na função. “Cannes é importante para mim desde o começo da minha carreira. Me sinto lisonjeado de retornar este ano como presidente do júri”, declarou. “O cinema corre nas nossas veias e este festival é o coração dele”.

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Embaixador da Rolex, faz parte da geração dos cineastas do México que dominou as últimas cinco cerimônias do Oscar – dividiu prêmios com seus conterrâneos Guillhermo Del Toro (aclamado por A Forma da Água no ano passado) e Alfonso Cuarón (vencedor de 3 Oscars com Roma, seu projeto para a Netflix, e também por Gravidade, em 2014).

Alejandro Iñarritu  (Foto: Divulgação)

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Por dois anos, foi mentor do Programa Rolex de Mestres e Discípulos, período em que convidou seu discípulo para o set de filmagens de O Regresso, com Leonardo DiCaprio. Ao falar sobre sétima arte, Iñárritu afirma que uma obra se torna duradoura pela forma como é percebida. “Ela é alterada por todas as pessoas que a veem, impactando cada uma delas de um jeito diferente”, reconhece.

Fonte oficial: GQ

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