Você precisa conhecer o ‘OutroEu’ – GQ

13

Mike Tulio e Guto Oliveira são OutroEu (Foto: Reprodução/Instagram)

Mike Tulio e Guto Oliveira são as novas caras do cenário musical brasileiro. Nascidos em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, compartilham das mesmas paixões, influências e assim chegaram no OutroEu.

+ “Nada substitui um show. É lá que a entidade que é a música incorpora”, avisa Luiz’Ebu, do duo Obanajé
+ Ed Sheeran é o mais cotado para gravar a música-tema do novo 007

O momento da dupla é de comemorações, expectativas e muito trabalho. Num período curto, assinaram com a Universal, lançam seu primeiro EP pela gravadora e colocam o pé na estrada para a nova turnê de seu novo trabalho, intitulado Encaixe

Em um dos seus últimos ensaios antes de rodar pelo Brasil, Mike e Guto receberam a GQ Brasil em estúdio em São Paulo para um bate-papo. Confira:

GQ Brasil: Conte pra gente como foi o início da trajetória de vocês na música. Onde e como vocês se conheceram? Quando foi que decidiram formar uma dupla?

Mike: A gente é de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Éramos vizinhos porém não nos conheciamos. O Guto já tinha uma banda e eu tocava em casa. Comecei com 15 anos e ele mais cedo. Eu tocava em barzinhos lá e, num dia desses, acabamos nos conhecendo. Um certo dia acabei ouvindo uma gravação de guitarra na casa de um amigo meu e questionei: “Quem fez isso? Posso usar esta gravação para fazer algo”. À época eu estava pirado em compor. Então fiz a música e liguei pro Guto e ele curtiu. A partir daí eu entrei pra banda dele e começamos a tocar juntos.

Guto: O Mike tinha muitas composições prontas, a maioria em inglês. Começamos a fazer as primeiras músicas em português e tocar. Tudo isso foi em 2013, e de lá pra cá só aumentamos a produção.

GQ Brasil: Há elementos de pop, folk e MPB neste novo EP Encaixe. Quais são as maiores influências artísticas/musicais de vocês?

Mike: Puxa, somos influenciados por muita coisa. Lá em Nova Iguaçu rola muita música popular – samba, pagode, sertanejo – e ouvimos muito isso quando crianças.

Guto: Eu curtia várias coisas também. Comecei no rock e no MPB, influenciado pela minha mãe. No geral, somos influenciados por Djavan, John Mayer, Coldplay, Caetano, Los Hermanos, entre outros.

GQ Brasil: Em 2016, vocês participaram do Superstar com uma banda. Qual foi a maior mudança que vocês sentiram de lá para este momento em que estão vivendo? Sentem-se mais maduros musicalmente?

Mike: Sim. Bastante. Passamos por muita coisa. Sabemos que cada coisa tem seu tempo e essa é a maior diferença pra gente. Conta também a experiência de ter contato com seu próprio trabalho. Antes a gente tocava em bares, era algo mais informal. Não tínhamos algoautoral, uma rotina de composição. O Superstar foi um divisor de águas, deu aquele baque “temos que ser artistas agora”.

E se você quer entender a fundo o trabalho da dupla, aí vão alguns drops:

As maiores inspirações?

– Amor, paixão… Experiências de vida que aconteceram com a gente. Na canção Melodia De Arpoador nos colocamos lá para fazer. A maioria das músicas são narrativas que a gente se insere nelas. São inspiradas em histórias que já vivemos.

Colaborações dos sonhos

– A gente tem muita vontade de fazer com um artista popular, risos. Quem sabe não podemos falar numa outra oportunidade? 

O que não pode faltar no guarda-roupas?

– Roupa básica, preta, neutra. Sem detalhes, letras. Bem minimalista.

Acompanha tudo de GQ? Agora você pode ler as edições e matérias exclusivas no Globo Mais,o app com conteúdo para todos os momentos do seu dia. Baixe agora!

Gostou da nossa matéria? Clique aqui para assinar a nossa newsletter e receba mais conteúdos.

Fonte oficial: GQ

​Os textos, informações e opiniões publicados neste espaço são de total responsabilidade do(a) autor(a). Logo, não correspondem, necessariamente, ao ponto de vista do Sixth Sense.

Comentários